domingo, 27 de novembro de 2011

UMA SOLUÇÃO PARA FISSURAS, PROCURE SEMPRE ORIENTAÇÕES DE UM PODÓLOGO



HomeoPast
Altamente hidratante e cicatrizante

Pote com 30g
  • Contém extratos de plantas medicinais.
  • Ideal no tratamento de fissuras e asperezas da pele.
  • Hidrata a pele de regiões naturalmente ressecadas, como cotovelos, mãos e pés.
Um verdadeiro ícone no mundo da cosmética de uso profissional, que surgiu de uma combinação perfeita de ingredientes clássicos, resultando não apenas num bom hidratante, mas num pequeno milagre. O processo único e singular da formulação de HomeoPast atinge um resultado extremamente superior a tudo o que existe quando se fala em hidratação.

HomeoPast conquistou uma legião de profissionais e clientes que, após experimentá-lo, passaram a utilizá-lo com uma verdadeira e inevitável devoção, que se estende naturalmente a todos os produtos da linha HomeoMag. É inquestionável o poder que este maravilhoso creme tem em deixar a pele profundamente hidratada, melhorando visivelmente seu aspecto, trazendo de volta sua elasticidade natural e deixando-a deliciosamente macia, lisa e saudável.

O resultado pode ser percebido principalmente em regiões mais afetadas pelo ressecamento, como pés, mãos, cotovelos, joelhos, fissuras, queimaduras, asperezas e rachaduras da pele dos pés à cabeça.

Sem nenhuma contraindicação para portadores de diabetes, psoríase, hanseníase e dermatite, HomeoPast melhora a condição da pele de qualquer pessoa que busca um produto cujo resultado extravasa o âmbito da beleza, melhorando também a saúde e a autoestima. HomeoPast é um creme que, quando experimentado pela primeira vez, deixa a pele com uma sensação tão única e deliciosamente macia que simplesmente vicia!

Experimente você também e entenda porque HomeoPast tem conquistado o Brasil dos pés à cabeça e o coração!

HomeoPast

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

ULCERA DE CALCÂNEO DESBRIDAR OU NÃO DESBRIDAR?


Úlceras do calcâneo: desbridar ou não desbridar? Esta é uma questão que se coloca inúmeras vezes perante o profissional de saúde, principalmente no caso de pacientes diabéticos que muitas vezes também sofrem de doença vascular concomitante.
De facto, a abordagem deste tipo de ferida não está isento de alguma controvérsia. A avaliação do estado vascular é fundamental no sentido de se apurar a viabilidade cicatricial de uma dada úlcera. A opção de desbridar deve-se fundar na avaliação prévia da função vascular, que poderá indicar a necessidade de revascularização através de um by-pass.
Regra geral defende-se que num paciente com comprometimento da função arterial periférica, a atitude a encetar será protelar o desbridamento, a não ser que se constate osteomielite, sépsis ou sinais evidentes de infecção local como odor fétido, drenagem purulenta, tecidos periféricos edemaciados e inflamados, flutuação, etc.
O aspecto da escara é também importante. Escaras com necrose seca, sem sinais de infecção devem ser mantidas, dando-se a oportunidade desta se destacar do seu leito naturalmente. O desbridamento cirúrgico não deve ser levado a cabo. No caso de escaras parcialmente aderentes ao leito a melhor atitude será manter a vigilância e tentar secar a escara, que serve de escudo protector aos tecidos mais profundos. Medidas de controlo da infecção poderão ter que ser tomadas.
O uso da colagenase pode auxiliar no destacamento atraumático da escara. Alguns autores defendem o uso de mel (ver caso clínico)
Escaras húmidas e com sinais de infecção deverão ser prontamente desbridadas e deverá ser implementada antibioterapia sistémica. Por vezes podemos constatar flutuação da escara, o que denuncia um abcesso oculto pela mesma.
Desbridamentos agressivos em situações mal avaliadas darão origem a um aumento da dimensão da úlcera e exposição tendinosa ou óssea, com risco de perda da extremidade por infecção subsequente ou com aumento da taxa de calcaneotomias.

CUIDADOS COM PÉ DIABÉTICO


5Maria das Graças Pereira dos Santos, Podóloga com especialização em diabetes da Associação Nacional de Assistência ao Diabético - ANAD
Podologia é a ciência que estuda o tratamento de problemas e alterações externas do pé. O podólogo é o profissional de saúde que trata dessas alterações, como unhas encravadas, calos, calosidades e verrugas entre outros problemas.
Existem podólogos que se especializam no tratamento de doenças do pé de portadores de diabetes. Se você perceber que está com algum problema de saúde dos pés, procure já um profissional para fazer o tratamento. Não deixe para depois.
Calos, causas e tratamento 
Algumas alterações nos pés bastante comuns e que devem ser tratadas são as calosidades. Os calos representam uma doença que tem como característica o engrossamento da camada superficial da pele (camada córnea). Atingem as áreas localizadas principalmente embaixo dos dedos e no calcanhar. A calosidade forma-se como uma defesa da pele contra um atrito externo e geralmente possui cor amarelada e consistência dura. Em conseqüência disso, a pele nessa área perde a elasticidade e a maleabilidade.
As principais causas de calosidades são uso de calçados de salto alto, obesidade, vícios de caminhada e deformidades dos ossos, entre outras. Vale observar que é freqüente a formação de fissuras, rachaduras, na lateral do calcanhar, devido à perda de elasticidade na área.
Para fazer o tratamento dos calos, em primeiro lugar é preciso identificar e eliminar as causas que as provocam.
Somente o podólogo deve proceder ao desbastamento cuidadoso e lixamento da calosidade.
FORMATOS E CORTES DE UNHAS
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Normal - As unhas dos pés com este formato devem ser cortadas somente a borda livre (parte branca). As laterais não devem ser cortadas em curvas arredondadas.
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Normal com corte incorreto (acrílica) - Esta unha foi cortada de maneira incorreta, com a retirada da lateral. Quando houver necessidade de arrumar este corte, só um profissional, ou seja, o podólogo é quem deve fazê-lo.
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Involuta - Neste formato de unha, as laterais são arredondadas. O ideal é não aprofundar o corte das laterais.
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Telha - Tipo de formato onde a unha tem as laterais levemente pontiagudas. Ao fazer o corte, acompanhar a parte branca da unha sem retirar as laterais.
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Funil - Neste formato, as laterais já são bem mais profundas. O ideal é que um profissional faça o corte uma vez por mês. Nas semanas após o corte, usar uma lixa caso haja necessidade.
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44GanchoTorquêsCaracol - Estes tipos de unha exigem muita habilidade para cortá-las. O recomendado é que apenas o podólogo faça o corte.
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Cunha - Este formato de unha é pouco comum. É semelhante ao formato funil, só que as laterais são bem mais livres. Com muito cuidado deve ser cortada somente a parte branca (borda dianteira livre).
Em todos estes formatos, não havendo um profissional para proceder ao corte, você pode usar uma lixa, com cuidado, para manter as unhas em bom estado.
DICAS ÚTEIS PARA PREVENIR COMPLICAÇÕES
• Evite sapatos de bico fino e salto muito alto.
• Use sapatos leves, macios e sem costuras.
• Faça a higiene dos pés, seque bem principalmente entre os dedos.
• Nunca faça escalda pés, nem use bolsa de água quente ou compressa de gelo.
• Para aquecer os pés use meias de lã, sem elástico.
• Faça exame dos pés diariamente. Examine especialmente a planta (sola) dos pés.
• Não use remédios para tratar os calos. Procure um podólogo especialista em diabetes.
• Para cortar as unhas use uma tesoura sem pontas agudas.
• Ao cortar ou lixar as unhas, fique em posição confortável e mantenha os pés apoiados.
• Mantenha as unhas aparadas, cortando-as pelo menos uma vez ao mês. Use uma lixa para que as unhas permaneçam no comprimento adequado.